28 de abril de 2010

Eu só evito esse choro.
Choro inútil e sem sentido
Choro pela ausência
de algo que nunca foi meu,
que nunca foi tido, de verdade.
Que é até engraçado,
que é até triste.
Que persegui, que persiste.
Choro que iludi a mente, o coração,
na sempre presente esperança
de se torna presente...

24 de abril de 2010

Sem fim...


A cada novo momento ela revive um tempo passado,

a experiência de uma morte, uma morte que ela

reza a cada dia com mais fé, para que fosse a dela.

Uma morte involuntariamente forçada, com toda o escuro,

solidão e tristeza de um fim.

Porém, é um fim, que nunca chega bem, ao fim...

É uma morte que acontece a cada surgir de uma alegria, e a cada adeus da mesma...