24 de abril de 2010

Sem fim...


A cada novo momento ela revive um tempo passado,

a experiência de uma morte, uma morte que ela

reza a cada dia com mais fé, para que fosse a dela.

Uma morte involuntariamente forçada, com toda o escuro,

solidão e tristeza de um fim.

Porém, é um fim, que nunca chega bem, ao fim...

É uma morte que acontece a cada surgir de uma alegria, e a cada adeus da mesma...


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